Monthly Archives: fevereiro 2009

DR?

Relacionamentos e seus mistérios… nós mulheres que somos seguidamente culpadas por estragar o que tá bom, vide trecho do blog desse cara:

“A moda de “discutir a relação” se tornou uma praga, ainda mais depois dos livros de auto-ajuda que viraram moda, o He, She, It, mulheres que correm com lobos, quem mexeu no meu queijo, homens são de marte, mulheres são da puta que pariu mas me deixa ver a porra do jogo, etc.

Chegou-se a tal ponto que já conheci uma que insistia em discutir a relação quando a relação estava BOA! Nenhuma queixa, mas era preciso “manter um diálogo aberto e diário…” já viram, né?”

Pois é, mas nem todas as mulheres são iguais, temos sim alguns pítis especificos, uns sonhos e planos parecidos, aquela coisa….’ mesmo naipe’, mas existem mulheres que tomam rumos diferentes do que convencionamente uma mulher faria (?)

Não, isso nao me enquadra na categoria masculinizada. Sou uma mulher, heterosexual que mantém relacionamentos com homens ( se é hetero..) e não gosto de discutir meus relacionamentos ( quando eles existem), porém isso nao faz de mim uma insensivel, grotesca ou desinteressada, apenas preguiçosa de certas mazelas. Como os homens encaram essa caracteristica peculiar?

Continue reading

Aos bloguistas;

àqueles que escrevem, assim como eu, que acreditam na magia, na fantasia e as tornam reais, sejam em versos, sejam em mentiras. Aos poetas, que nao são os frustrados que conformam-se com a realidade simplista que criaram para si, aos poetas que suspiram, que sonham e transcedem…

 

- Sob certo aspecto, é mais fácil aos individuos levianos, e requer menor responsabilidade, descrever com palavras as coisas inexistentes do que as existentes, mas com o historiador respeitoso e consciencioso dá-se justamente  o contrario: não há nada que fuja tanto a descrição por meio de palavras, e que seja mais necessário apresentar aos homens, do que certas coisas que têm aparencia real cuja existência não se pode comprovar, mas que, justamente pelo fato de indivíduos respeitosos e conscienciosos as tratam como coisas existentes, são  levadas a dar um passo em direção do ser e da possibilidade de nascer.

Albertus Secundus

Forget it

liBah! Ontem encontrei minhas colegas na Feevale e me joguei com a Julia no rock bar na saída do Campus 2, ceva e ceva e assuntos de trabalho a tamanhos de caralhos! Acho que agente se empolgou e perdeu a noção dos decibéis. Foi muito divertido,fizemos planos e relembramos os tempos de Bixo, agora que estamos com mais de meio caminho andado no curso…

A mesma galera no Campus 3 ( bar) e de cara eu encontro um conterraneo cruz altense, frequentador assiduo do bar, com sua dose de wisky e uma noticia! Zeferino vai ser papai… estava radiante contando para todo mundo! Iniciio de semestre é sempre assim… mil novidades. Li o blog do Cristian e lá está a novidade mais esperada, pelo menos por mim, o acaso do acaso, vizinha coincidencia bateu por lá e se chama Maktub… não entenderam? Leia lá! Maktub!

Dias destes eu falava com um amigo, biriri, que me contava sobre uma conversa que teve com os guris amigos dele, nossos. Falavam de casamento, e que nao se casariam com gurias da cidade porque elas já passaram na mao dos amigos, gurias, tipo… eu. Então nessa adoravel manhã de sábado estive conversando com minha outra amiga, Gerda, sobre o mesmo assunto, mas do avesso. Os caras que já pegamos, o quão engraçado é comparar suas performaces. Entre nós não há muitos homens em comum, mas o suficiente para garantir boas risadas, um dos guris namora com uma amiga nossa, amiga dela, porque a menina atualmente nao me gusta mucho. Eu olho para o casal e penso: ” ou ele evoluiu muito ou ela é completamente apaixonada por ele… ãããi”

É uma espécie de ressaca moral sabem? Você precisa de um bom tempo para cair na real e pensar, putz que nojo, mas enfim… é superavel e muito bom, primeiro porque você experimenta, já que para haver um caminho é preciso andar, e no fim das contas todo mundo continua amigo-de-feriados-nacionais; nem todos, tem uns que se auto-mutilam e enfraquecem a parceria, mas fato é que o carnaval acabou e logo logo é páscoa e la vamos nós again!!!! ( coragem!)

Continue reading

Meus, teus, nossos suspiros…

Curtindo mais um dia de ócio, aqui no sofá, meu mundo se renova, minha paz se espande e é vista a olhos nus. Ontem recebi a visita surpresa do meu amigo Matheus (kvera), contei-lhe minhas novas rumadas e ele se surpreendeu e me confessou que me via tão brilhante e feliz, mesmo parecendo tudo tão absurdo. Ele sempre me apoiou nas minhas crises ( que não é a economica mundial), me perguntava sempre ” mas o que que tu quer Ma?” e de certa forma, a pressão vinda do lado dele, e de outros lados, em outros formatos de pressão também contribuiram para tais mudanças de rota. Fiz com que os ventos soprassem, porque é só assim que as mudanças acontecem, quando queremos, quando fazemos. É metafísica!?

A novidade é que a Gisele Bünchen se casou ontem a tarde em los angeles com o jogador Tom Brady, eles namoram desde 2006. A modelo vestia um vestido branco Dolce & Gabbana. Ai ai, o amor. E isso é novidade? Para as celebridades é. Preciso de audiencia no meu site.

Hoje tenho aula, reecontro minhas amigas, aquele climinha da faculdade, ai ai, estou virada em suspiros… Hoje começo a ler um livro que está na minha cabeça há meses,” O jogo das contas de vidro” do meu querido companheiro de todas as noites, Hesse.

‘Nenhum ser nos foi concedido. Correnteza apenas
Somos, fluindo de forma em forma docilmente:
Movidos pela sede do ser atravessamos
O dia, a noite, a gruta e a catedral

Continue reading

Engenharia destrutível;

l.

Cabelo molhado, no meio da tarde de uma quarta feira, sentada no sofá, olhando para o céu ali, além da janela. Larguei o trabalho que um fora a razão de eu viver, porque depois desse tempo mergulhada no meu intenso desejo, descobri tão juvenil que ele não passava de uma ponte para minha “vocação” surgir. Antropologia. É, quero largar a moda para fazer antropologia, uma coisa ligada na outra, pessoas e pessoas, seus impulsos expressivos. Moda. Faltam praticamente dois anos para eu me formar em moda…

Larguei o trabalho porque enjoei, sim, enjoei e daí? A casca estava pequena, já atingia o limite da explosão. E assim foi. E assim é em tudo. Pessoas e pessoas, relações,meus enjôos e daí? Sabe como é, tenho em mim um botão ligado, piscando o tempo todo, ele diz porque não!? Ele me impulsiona ao mundo, porque eu sou o mundo, o meu e o outro, o de verdade e o de mentira, o que eu quero ser e o que eu sou, as pontes e as casas. O amor e o amado, o existente e a ausencia. O vazio no peito e a luz nos olhos.

É como o céu e a janela. O que separa também une, o que eu quero é só querer, é largar tudo, porque eu só consigo acreditar que eu tenho nada a perder, porque a única coisa valoroza que eu possuo é a mim,minha essência, que é o âmago do meu existir, meus desejos mais profundos a plenitude dentro de uma construção, mas diferente das pontes que construo, a minha essência constrói prédios, bem altos, mas ainda me falta um pedaço, que não é um tijolo, é um alicerce para reforçar o meu, e não está no meu ser esse outro pedaço que acrescenta, não falta, acrescenta. Então penso que não há ausências, pois a distancia entre minhas pontes faz-me procurar terrenos para cedo ou tarde erguer o tal prédio, sem metáforas, com nome, sobrenome e obra escancarada, mas talvez ser escritora seja isso mesmo, criar personagens, dividir o tempo, almejar a calma. Enquanto nada disso me acontece, continuo a preservar essa essência, enquanto muitos julgam mutilação, eu voz digo que é cuidado, cautela, pois é tudo e somente o que eu tenho. Eu, que não é ego, que não é querer, é amar as pessoas, as relações e os meus enjôos, não amar as coisas, as janelas e os céus. As pontes que constroem, afastam e unem. Aprendizados mais profundos quando não são ditos olhando nos olhos, sussurrados nos ouvidos são um tanto mais dolorosos, mas são escolhas, são caminhos, e aguente no osso do peito, siga em frente, volte se necessário, mas tenha sempre em mente que não há nada a perder, porque na vida não se perde nada quando se tem a si mesmo, aquela alegria de ser… da infância que nunca morre.

Só há construções, sejam pontes, sejam casas, sejam mágoas, sejam o nada. Destruir é preciso para construir, não é regra de engenharia civil, é regra da vida, e se ninguém me acompanha é porque não pode comigo.

Ah!

Ahh me lembrei! Acabei de ser demitida da empresa que trabalhei durante um ano. Eu quis tanto resolver as coisas para mim que as pessoas acabaram resolvendo, acho justo, mesmo sabendo que outras alternativas existiam para retificar as insatisfações daquele nicho, o melhor sempre acontece para minha adoravel vidinha capitalista contemporanea.

Tô em casa tão relax, ganhei uma grana legal, nem contei ainda, só coloquei minhas roupas de molho num balde com sabão em pó, afinal, exatamente no mesmo dia, ( primeiro dia de aulas na Feevale) Mazêta se despenca de um ônibus com as malas da praia, sem emprego, rumo a nova vida, este ano com a somável diferença que tenho grana no bolso, um apartamento e NAO tenho um namorado mala para carregar além dos meus sapatos.

- É gente… eu evolui!

Agora preciso encontrar outro emprego, que facilmente aparecerá, pois semana passada já fui convidada para uma entrevista em outra empresa, que recusei, por lealdade a empresa que até então trabalhava. Tenho absoluta certeza do meu potencial e talento para o mercado, que é lotado, entupido, transbordando de gente e espaços. Confesso que estou aliviada e nenhum um pouco decepcionada ou nervosa… estou esperando a grande boa noticia que se aproxima de mim, afinal de contas, eu já esperava essa saída, sabia por meios não reais, fantasiosos, imaginativos, magikcos.

Continue reading

não sei porque nessas lagunas vejo o seu olhar…

Oi amigos?! Sentiram minha falta?! ( a louca se iludindo que é importante)

Pois é, minha saga começa quando saio do escritório na quinta feira, aos prantos, ofendidíssima com as situações reversas que depois de uma fuga consciente encontrei a solução. Por ordem dos fatos, ou let be a chaos?

Pois bem, resolvi fugir da minha vida, coloquei na mala um sapato, um chinelo, meia duzia de regatas e eu mesma, e lá fomos nós para o litoral de Santa Catarina, paisagens que meus olhos merecem vivenciar. Praias lindas, pessoas lindas, baladas divertidas, e um olhar me perseguindo, um olhar que nao era somente o meu, procurando a solução da náusea, da ânsia que vinha me destruindo lentamente sem que eu pudesse perceber (?)

Naturalmente procurei em mim os “defeitos”, os escorregões, só que desta vez eu encontrei ali dentro, uma gaveta fechada com mágoas, medos, frustrações…. que curiosamente, ou não, não eram minhas, e ali elas iam crescendo devagar, com uma fina camada de mofo por cima, sem que eu pudesse entender que aqueles brotos não eram sementes da minha essência. Um depósito-amigo que venho tolerando há muito tempo, aceitando e engolindo sem troca, só uma gaveta que serve de esconderijo para algumas pessoas que veêm em mim um belo aconchego. Não imaginava que pudesse me machucar tanto com a dor dos outros, mas o tempo, (ahh o tempo) deixou as pragas se alastrarem e graças a fuga pude ver de fora aquele pequeno fragmento tampado, mofando em mim.

- Joguei fora! Exterioriza garota!

Continue reading

Decode;

[Este post está arquivado desde o final do mês de outubro]

“ Você viu o que temos feito?

Temos feito nós mesmos de bobos”

[Tem uma coisa que vejo em você
Que pode me matar
Eu quero que isso seja verdade
]

Continue reading

Raiva;

Se existe um tipo de emoção que não consigo controlar é a raiva. Ela não se esconde atrás dos meus olhos, ela não se camufla de nada, não transmuta em nenhuma outra coisa. A raiva é ela mesma o tempo todo e nao fica um segundo dentro de mim, se joga para o universo e decodifica-se em micro particulas de energia densa, punk.

Tenho um delicioso hábito de quebrar as coisas, atiro tudo no chão, porém na maioria das vezes nao é assim que libero a maldita. Eu choro.

Eu choro muito, não controlo a raiva em formato de raiva, então tá aí, duas coisas que nao controlo, a raiva e a saída dela. Não tenho vergonha de chorar, mesmo que eu seja julgada infantil e irracional, pois se um dos sentimentos mais humanos é considerado irracional, tô doida!

Meus batimentos cardíacos as vezes param do nada, são tão leves que certa hora eu preciso conferir se ainda tô viva. Ahh mas meu coração pula na boca toda vez que sinto raiva. Não sinto isso frequentemente, só existe um motivo para despertar esse dragão que mora no meu peito. A dúvida.

Continue reading

Marc Obama Jacobs no carnaval do Br.

E só se fala em crise financeira, meus ouvidos e olhos já estão exaustos de tantas especulações. Fato é que a crise existe, lá nos states, porque aqui o mercado interno se alimenta de feijão com arroz, as importações diminuem e os empresários brasileiros podem comemorar, afinal, nós consumidores continuamos comprando tanto quanto antes desse “abalo” e a concorrencia estrangeira aperta o c.zinho por aqui. (leia-se CHINA para os calçadistas do Vale dos sinos)

Me sinto na década de 40 quando os boatos da segunda guerra começaram a rondar os tupiniquins, a maioria da população curiosa voltava os olhos aos nazistas e mal se tocavam da ditadura que era imposta a guela abaixo dos brasileiros. Será que alguma coisa mudou?

Certo que com a globalização de informações tudo chega mais depressa e nao precisamos colar os ouvidos no radinho para saber o que se passa nos outros países. Somos obrigados a conviver com as noticias distorcidas pela mídia, exatamente do mesmo jeito que na década de Getulio, diferente é que os patrocinadores da tv nao é mais o exercito brasileiro, mas sim, as multinacionais instaladas no nosso “país em desenvolvimento”.

( eu sei, um parágrafo é contraditório ao outro, mas é porque me preocupo em deixar o leitor achar o que quiser, nesses tempos de censura, nao se pode expor assim, tao escrachadamente uma opiniao sobre um determinado assunto que tão pouco me importa!)

Continue reading

Tiphareth;

Rélou amigos?! Estão se divertindo nos ultimos dias?!!

Pois por aqui a maré baixou, o mar revolto tá mais para lagoa profunda e cristalina!

2009-02-11-mulherlimpando1

Depois de algumas faxinas mentais e espirituais, sinto-me preparada para tudo (audacia?) que está por vir, afinal é de tijolo em tijolo que construimos nossas casitas né?!

Carnaval tá aí e eu to numa preguiça danada! Meio mundo volta para roça, eu não, outra metade migra para o litoral de SC, eu não, e tem ainda aquela porcentagem que paira em capão da canoa (?) é.. talvez eu sim. Mas a verdade é que eu gostaria de estar morando na Eslováquia, Bósnia, Republica Tcheca, qualquer beco escuro da europa, escrevendo meus livros e vivendo de inverno. Odeio carnaval, odeio essa pegação, um dia eu gostei, hoje não gosto mais! Prefiro os teatros mágicos, as paredes vazias e o ócio mental.

Porém o talvez é algo tão vivo em mim, tanto quando a anemia que habita meu corpo semi-saudavel, por isso tudo pode mudar dentro da minha cabeça, as ideias são tão mutaveis quanto as pedras dos rios, até mesmo aquelas lá do fundo podem se remexer com as correntezas surperficiais…(eu disse superficiais, nao tô falando da pororoca)

Continue reading

She’s not me;

 

mai11“A roupa mais bonita para vestir uma mulher são os braços do homem que ela ama. Para as que não tiveram essa felicidade, eu estou aqui.”
Yves Saint Laurent - estilista francês.

 

“Eu queria está por perto quando você descobrir
Ao acordar de manhã,
do lado de sua nova amante
Ela pode te fazer o café da manhã
Transar durante o banho
A excitação é de momento
Pois ela não tem o que era nosso
Ela está lambendo os lábios
E flertando com os olhos
Ela não sou eu
Ela tem as pernas tão longas
E um cabelo tão lindo
Ela não sou eu
Oh devotada pro resto da vida,
Que seja uma bela esposa
Ela não sou eu
Se você passar mais tempo
Eu garanto que você vai descobrir
Ela não sou eu
Eu sei que posso fazer melhor
Ela não sou eu
Ela não tem meu nome
Ela nunca vai ter o que eu tenho”

Madonna – She is not me

Continue reading

I dont know what i can save you fron

“(…) Eu tentei tanto seguir
mas eu não entendi a metade do que deu errado
disse “eu não sei do que posso te salvar”(…)”

 

(auto post)

Para os Domingos;

(…)Tudo isso me perturbava porque eu pensara até então que, de certa forma, toda minha evolução conduzira lentamente a uma espécie de não-precisar-de-ninguém. Até então aceitara todas as ausências e dizia muitas vezes para os outros que me sentia um pouco como um álbum de retratos. Carregava centenas de fotografias amarelecidas em páginas que folheava detidamente durante a insônia e dentro dos ônibus olhando pelas janelas e nos elevadores de edifícios altos e em todos os lugares onde de repente ficava sozinho comigo mesmo. Virava as páginas lentamente, há muito tempo antes, e não me surpreendia nem me atemorizava pensar que muito tempo depois estaria da mesma forma de mãos dadas com um outro eu amortecido — da mesma forma — revendo antigas fotografias. Mas o que me doía, agora, era um passado próximo.Não conseguia compreender como conseguira penetrar naquilo sem ter consciência e sem o menor policiamento: logo eu, que confiava nos meus processos, e que dizia sempre saber de tudo quanto fazia ou dizia. A vida era lenta e eu podia comandá-la. Essa crença fácil tinha me alimentado até o momento em que, deitado ali, no meio da manhã sem sol, olhos fixos no teto claro, suportava um cigarro na mão direita e uma ausência na mão esquerda. Seria sem sentido chorar, então chorei enquanto a chuva caía porque estava tão sozinho que o melhor a ser feito era qualquer coisa sem sentido. Durante algum tempo fiz coisas antigas como chorar e sentir saudade da maneira mais humana possível: fiz coisas antigas e humanas como se elas me solucionassem. Não solucionaram.(…)

 

Caio F.

(auto post)

Para os meus amantes;

“E uma compulsão horrível de quebrar imediatamente qualquer relação bonita que mal comece a acontecer. Destruir antes que cresça. Com requintes, com sofreguidão, com textos que me vêm prontos e faces que se sobrepõem às outras. Para que não me firam, minto. E tomo a providência cuidadosa de eu mesmo me ferir, sem prestar atenção se estou ferindo o outro também. Não queria fazer mal a você. Não queria que você chorasse. Não queria cobrar absolutamente nada. Por que o Zen de repente escapa e se transforma em Sem? Sem que se consiga controlar”.

Caio F.

Continue reading