Mas se deixe pensar, leve em consideração aquilo que podemos cuidar – co-agir.
[co-
(latim cum, com)
pref.
Elemento com o sentido de companhia, concomitância, simultaneidade. (ex.: coadjuvar, coabitar).]
Mas se deixe pensar, leve em consideração aquilo que podemos cuidar – co-agir.
[co-
(latim cum, com)
pref.
Elemento com o sentido de companhia, concomitância, simultaneidade. (ex.: coadjuvar, coabitar).]
Fiquei pensando até onde vai nossa liberdade de existir?
Vejam bem meu caso:
- Divido apartamento há quase dois anos, e nesse tempo muita gente ja morou comigo, apenas um dos rapazes permanece nesse atual apê que moro, no mais, a rotatividade é alta. Todo semestre por motivos de expulsão ou livre vontade alguem se ausenta. O apartamento é disputado, afinal é muito bem localizado, e tem um preço abaixo do acessivel!
Convivemos com as diferenças aqui dentro, assim como lá fora. Pensem vocês, arrastar as pessoas do trabalho, da faculdade, da escola, da academia, da fila do supermercado, e ainda chegar em casa e ter mais uma comunidade inteira para no mínimo “nao se encomodar”. Pois é, a tarefa não é nada facil, principalmente quando essas pessoas não são seus melhores amigos de infancia, nem grandes parceiros de festas, ou tenham alguma conversa em comum, nada. Absolutamente nada em comum uns com os outros.
Será que aquele papo de que é na diferença que a gente cresce, é realmente verdade? O que sei na minha pele, é que é na diferença que a gente se desgasta…
No inicio desse ano passei por uma das minhas crises existenciais mais fortes. Quando aquelas verdades íntimas se apresentaram como mentiras adotadas para me alimentar com um pouco de fantasia – romantismo. Então eu precisava achar a causa do problema, afinal, não estava feliz com minha vida e nao entendia o motivo, e como uma selvagem tratei de sair cortando todos os elos que existiam em mim e com o mundo que eu amei.
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Devagar, sua louca criança.
Você é tão ambicioso para um jovem.
Mas se você é tão esperto, me diga
porque continua com tanto medo?
Onde está o fogo? Pra quê a pressa?
É melhor você aproveitar isso antes que você perca
Você tem muito o que fazer e o dia tem tão poucas horas.
Mas você sabe que quando a verdade é contada
você pode conseguir o que quer ou pode apenas ficar velho
Você vai desistir antes mesmo de passar metade do caminho
Quando você perceberá? Vienna espera por você.
Devagar, você está indo bem
Você não pode ser tudo que você quer ser, antes do seu tempo
Embora isso seja tão romântico no limite de hoje a noite
Tão ruim, mas é a vida que você segue
Você está tão adiante de si mesmo que esqueceu o que precisa.
Apesar de poder ver quando está errado
Você sabe, nem sempre se pode ver quando se está certo.
Você tem sua paixão, você tem seu orgulho
Mas você não sabe que apenas bobos ficam satisfeitos?
Sonhe, mas não pense que todos os sonhos se realizarão
Quando você perceberá? Vienna espera por você.
Devagar, sua criança louca
Tire o telefone do gancho e desapareça por um instante
Tudo bem, você pode permitir-se perder um dia ou dois
Porquê você não percebe? Vienna espera por você.
Quando você perceberá? Vienna espera por você
Billy Joel – Vienna waits for you.
Obrigada ao Abner pela ótima indicação musical, num dia que as palavras me escapam…
Nunca soube de onde emergiam todas aquelas idéias e impulsos desnecessários a órbita que havia inventado para minha vida. Então eu era dona de mim, porém comandada pelos meus próprios impulsos?
Não conseguia aceitar isso!
O Niel me parecia muito na dele, como deveria ser, afinal não esperaria absolutamente nada daquele rapaz. Ele só tinha vinte e poucos anos de frustrações adolescentes, mimos e reflexos de uma vidinha burguesa que levava. Ele não poderia me dar o que tanto procurava naqueles últimos anos, eu sabia que não podia.
Então, dei um único corte na corda que me equilibrava e decidi.
Enquanto estávamos no Café Tortoni, depois de conversarmos um pouco sobre subjetividades, eu levantei de súbito e disse seca e firmemente:
- Vou voltar para casa. Obrigada por tudo, mas é só isso.
Posted in me and my
A vida é essa inconstancia mesmo. A extremidade dos pólos não valem a pena. Conclui isso ao conversar com um amigo que é o próprio auge da extroversão, enquanto eu sou exatamente o oposto.
Tem coisas na vida que não precisamos ficar querendo entender, nossos limites já são suficientemente problemáticos, então o que dirá dos processos alheios?
Quem nunca se surpreendeu consigo mesmo?
Pois é, as vezes fazemos coisas totalmente desnecessárias, e isso não nos causa real arrependimento, apenas um desconforto por não ter resistido e feito outra coisa para preencher o espaço-tempo de determinada situação.
Fraqueza ou auto-boicote? Será que são a mesma coisa ou eu estou tentando entender demais que meu ser me permite compreender?
Nessa semana só se falou em Beirut no Brasil. Eles não apareceram em POA, [que eu tenha descoberto] Sei que marcaram presença no Rio, Sampa e no Recife.
No site da Erika Palomino, a galera fez um raio X no estilo do vocalista Zach Condon, vale dar uma conferida, e se ligar um pouco mais em estilo e tendência de moda para o guarda-roupa masculino.
Das preferidas:
Sinopse: Veronika é uma bela jovem em seus vinte e poucos anos, com um bom trabalho e apartamento em Nova York. Porém para ela as pessoas são frias e vazias. Ela não aceita a idéia de viver uma vida sem sentido. Assim Veronika decide morrer com uma overdose de calmantes. Ao acordar de um coma em uma clinica descobre que terá apenas uma semana de vida.
Direção: Emily Young
» Roteiro: Paulo Coelho (livro), Larry Gross (roteiro), Roberta Hanley (roteiro)
» Gênero: Drama
» Origem: Estados Unidos
» Duração: 103 minutos
» Tipo: Longa-metragem
Desde agosto nos cinemas brasileiros. Será que vale?
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Não tinha muito dinheiro para viajar tão inesperadamente. Estava contente por ter saído daquele cenário que me contaminava todos os dias com tal ânsia desmedida, talvez por isso nem pensasse muito sobre o que estava perdendo ou ganhando com aquela atitude.
Durante as poucas horas de vôo até Buenos Aires não descansei um segundo, mantive minha tensão descrente e automática. Percebi que o Niel dormia, enquanto isso eu o observava silenciosa querendo entender os motivos dele para estar ali, afinal algum havia de ter!
Quando chegamos ao aeroporto, uma atmosfera deliciosa me invadiu, e essa sensação esboçou um sorriso confiante. Naqueles instantes me escapei a uma calmaria, apenas pela impressão de um mundo desconhecido apresentando-se aos meus pés. Era como se as cortinas do grande palco fossem abertas, e a partir dali iríamos descobrir em nós mesmos e talvez um no outro um pouco mais de cada um. A lentidão e a peculiaridade desse espetáculo me deixavam excitada; mal podia esperar para que começasse – sem perceber que o show já estava ecoando aplausos mudos de uma platéia oculta.
Éramos nós, então estranhos um para o outro, mas não me sentia desconfortável ao lado do Niel, pois parecíamos duas crianças, indo brincar numa pracinha, ele me empurrava no balanço para ir mais alto e vice-versa. Falamos sobre o que víamos na rua, e então o passado não existia para nós, apenas aquele dia era sólido e real. Tudo parecia realmente uma grande brincadeira.
Ele já conhecia Buenos Aires, e por isso soube me conduzir, mesmo que claramente empolgado, pelos lugares que passamos. Apontávamos e ríamos muito de tudo e qualquer coisa que nos atravessasse a frente.
‘João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.’
Drummond.
E depois dizem que “furar olho” é sacanagem de cidade pequena.
- Coloquem o site da Melissa no ar!!!
Para quem lembra da super revista da marca de sapatos Melissa, a Plastic Dreans, editada pela jornalista Érika Palomino, sabe que esta é uma das maiores referencias de moda brasileira.
Pois é, a Melissa é produzida aqui no RS, na cidade de Farroupilha, na fábrica da Grendene, e ainda conta com uma equipe de profissionais hypados! Desde a diva senhora ( sou muito fã) Vivienne Westwood dona da linha Love Pirates para Melissa, assim como Alexandre Herchcovitch, entre outros designers top dentro e fora do Brasil.
A Plastic Dreams tem além de produtos, dicas e matérias sobre moda e comportamento, coisa que toda a consumidora Melissa quer saber! Sou fanática-assumida pela marca, e a Melissa não está pagando o mershandising desse post! [ por isso cliquem nas publicidades do Google]
A primeira edição da plástic dreams trouxe a modelo Agyness Deyn na capa, usando um ankle bootie vermelho que…. eu comprei! ( compulsão feminina)
Pensando nesta noite cá entre nós – eu, eu mesma e Ême.
“A preguiça é a mãe do progresso. Se o homem não tivesse preguiça de caminhar, não teria inventado a roda.”
Mário Quintana
Isso é tudo.

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Perguta do dia:
- Para que pensar se é mais facil reagir aos impulsos do coração? Para que lutar se é mais fácil fugir e negar a si em vão?
Hoje eu não quero falar nada. Nem sobre o tempo, sobre o mundo ou sobre mim. Hoje eu quero ficar em paz, calada e sozinha no meu canto. É exatamente isso que tenho feito, e acho que um desencanto apagou o meu sorriso. Tomara que o motivo desse desanimo seja a gripe, e tomara que não seja suína. Tomara…palavra engraçada não é?
Deixo a Beatriz mais tarde falar por mim. Pois é assim, um dia Tereza, noutro Maíra, e quem sabe Joana, invento mil nomes para dizer as mesmas coisas, mas com uma diferença: Entre a mulher prostituta e a escritora há bem pouca coisa incomum. Em comum?
Tomara quê não, ou quê…palavrinha mais engraçada.
Os ultimos posts foram pré e durante viagem à cidade natal – a saga continua. Ou como diria o romancista “o eterno retorno”. Pois é, dessa vez, ao invés de palavras e metáforas, vou construir um humilde album das fotos que tirei…. por ordem de chegada!
A fantasia que me desculpe, mas eu quero o chão!! E não qualquer um, mas o que ficou do meu passado. Da fantasia que sobrou e nenhuma realidade ficou, ou seria o contrario?
- Mãããnhê, me dá teu colo? Preciso! Continue reading
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