Monthly Archives: fevereiro 2010

Enquanto isso, no mercado de trabalho…

Semana que vem começo um circuito de criação e desenvolvimento de acessórios para o cliente da empresa que trabalho. Em parceria com minha colega, temos poucos dias para acertar e somente acertar.

Antes disso, aqui no meu sofá, muito bem usufruido no fim de semana, lembrei do que há dias atrás sublinhei:

” O homem prudente deverá constantemente seguir o itinerário percorrido pelos grandes e, imitar aqueles que mostraram-se excepcionais, afim de que, caso o seu mérito ao deles não se iguale, possa ele ao menos recolher deste uma leve fragância: procederá assim agindo, como prudente arqueiro, que, sabedor da distancia que a qualidade de seu arco permitindo-lhe atingir, e, reconhecendo como demasiado longínquo o alvo escolhido, fixa a pontaria num alvo muito mais alto que o estipulado, esperando, não que sua flecha alcance tamanha altura, mas poder, ajudado pela mira mais alta, atingir o ponto visado.” Maquiavel – O príncipe.

Um lamento que esse tipo de ação seja julgado como preguiça mental ou falta de talento. Nessas ocasiões dignidadade e orgulho são secundarios, e aí validamos aquele trecho do Caio F, que diz quê “malandro é o cavalo marinho que se faz de peixe para não puxar carroça”.

Nada próximo do ideal de equipe que desenvolve o pensamento criativo e comercial, nem sempre as ideologias se afinam, mesmo quando o ideal final é o mesmo; mas a vida real é essa, uma só - e todo dia é dia de caça.

aquele beijo quis dizer quê.

“Pedi que ficasse, como não ficou o outro. Sorriu. Como se nada do que eu pudesse dizer fosse capaz de modificar sua partida”

Ainda não consigo escrever sobre aquela história entre eles, aliás, entre nós três; porém posso sentir conforme as cenas desembaçam na minha lembrança e outras acontecem, meio que de repente, que além do embaraço, alguma coisa serviu para fortificar-me ali em frente.

Não convinha falar sobre a história toda; só sei que depois de tantos desencontros e uma silenciosa indiferença, carreguei comigo, apesar de ter a lógica e a prática ao meu lado, uma culpa católica por ter acabado com aquela falsa confiança e amizade que girava na nossa ciranda.

Existem beijos que tem gosto de despedida, ou saudade, outros alcool, drogas, novidade, ou nada, tipo água. Aquele foi surpresa, fora do script. Há anos eram só dois, um de cada lado da bochecha e depois a mão escorria nas costas, ou no ombro e um sorriso esboçado, seguido de um “tudo bem contigo?”

Depois de toda aquela dança, que rodava na mesma linha, alterando o compasso, eu confesso, porém adverso que eu nutria mesma melodia; apesar dos fatos, se eu fosse inescrupulosa como pareço, jamais sentiria o pesar que arrasto comigo. Sou vilã porque escolhi esse papel a dedo, vilã para mim mesma enquanto me escondo por trás da minha apática existência.

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Devassa beer e Paris Hilton – isso é Brasil.

Quando vi esse comercial na internet adorei. Paris Hilton fez a campanha para a cerveja brasileira Devassa.

Adoro os internacionais promovendo Brasil e vice versa, às vezes. (?)

 Confiram o vídeo e para quem quiser saber mais, no site da marca. Será que tem no supermercado?

 

Nas internas

Estava no banho quente e, enquanto deixava a água escorrer, pensei:

- Me sinto um útero a espera do óvulo da vez; se fecundado ou não, na vida tudo é experiência e pelo menos um pouco se aprende; nem sempre temos iluminação motora para gerar novos frutos, bem ou mal, ou cedo ou tarde, alguma coisa  ( ou alguém) acaba sangrando.

Péssima analogia, até “freak” demais, só para dizer que me sinto tão bem comigo. Admito. Essa minha mania de auto-deboche não me deixa em paz.

Apesar da minha amiga  (kendra) ter me dito para eu ser mais meiga, pois assim conquistaria os homens, a vida não me autoriza isso, só posso ser casca grossa; sei lá, eu quero deixar que a vida aconteça, e se falar em relacionamentos, eu quero ser encontrada pois, só de pensar em todo aquele ritual de conhecer – gostar – ficar- manipular- lalalala.. me dá uma super preguiça… quero que simplesmente aconteça; caindo do céu ou tropeçando na rua.

O que eu busco ou tento lembrar é aquilo que eu tinha antes, há algum tempo atrás, e me escapava com facilidade. Vontade de escrever não me falta, tao pouco a poesia, que está por aí gotejando no ar; o que me falta é o impulso, aquela corda – ilusão, será? – que me atire depressa, assim a preguiça morre de susto me obriga a voar.

Para os que entendem de “ARTE”

Bienal

Desmaterializando a obra de arte do fim do milênio

 Faço um quadro com moléculas de hidrogênio

 Fios de pentelho de um velho armênio

Cuspe de mosca, pão dormido, asa de barata torta

Meu conceito parece, à primeira vista, um barrococó figurativo neo-expressionista com pitadas de arte nouveau pós-surrealista calcado da revalorização da natureza morta.

Minha mãe certa vez disse-me um dia, vendo minha obra exposta na galeria,

“Meu filho, isso é mais estranho que o cu da jia E muito mais feio que um hipopótamo insone”

 Pra entender um trabalho tão moderno é preciso ler o segundo caderno, calcular o produto bruto interno, multiplicar pelo valor das contas de água, luz e telefone, rodopiando na fúria do ciclone, reinvento o céu e o inferno.

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Devolta para o presente;

E deus fez a luz. Lá em casa tudo em paz, já que tenho energia elétrica. Demais a vida me parece simplesmente a vida. Decidi não processar a AESSUL e me livrar de vez desse assunto, não adianta argumentar, pois não sou rancorosa com o passado; simplesmente me vingo para ficar em par. Explodir a AESSUL?

Nesse caso, nada além de um processo judicial pagaria pelos danos que sofri, apesar de que do lado mais subjetivo da vida, esse tipo de atitude não supri os danos. Problema superado é problema esquecido para mim, só lembro para rir e me debochar.

Neste sábado pretendo fazer uma festinha para os amigos, mostrar minha casa nova e compartilhar boas conversas que não envolvam atendentes de centrais de atendimento telefonico. Hoje devolverei o cabo de extensão de energia para a síndica e levarei um vaso com flores, como uma forma de agradecer o empenho e a encomodação que causei. Direciono minha meiguice em casos aleatórios a rotina, demais só faço carão.

Lições das circunstancias passadas?

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Entendendo #mairafacts

É claro que a benção que estou vivenciando não é exclusividade da minha pessoa, pois não seria justo com o resto da população mundial não sofrer tamanhos desgastes mentais. Me lembro em 2007, quando tranquei a faculdade, voltei a morar em Cruz Alta pois tinha sido expulsa do apê que dividia com duas gurias e, naquela época não conhecia muitas pessoas, precisei vender todos os meus móveis. Nessa ocasião, chorava todos os dias pela perda do meu guarda-roupa recém comprado que vendi por míseros 40 reais para um filho da puta que me logrou.

Uma amiga penalizada com a situação contou a familia dela sobre meu caso, e anos depois conheci o irmão mais novo dela, de 11 anos e ao me cumprimentar ele disse:

” oi, tu é a Maíra do guarda-roupa?”

Sim, foi dramático. Mas a vida nos fortalece conforme a dança segue, o barco navega – ou afunda. Agora estou mais forte, independente, tenho mais amigos e parceiros de trabalho; contatos profissionais, além de um emprego melhor e agora posso pagar meu próprio alugel, sem dividir apartamento com ninguém.

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Esquina da sorte?

Como moradora de Novo Hamburgo não me espanto ao saber de certas bizarrices da cidade. Quando vim morar aqui, muitas pessoas me falavam que uma energia cósmica paira sobre as ruas, e encontros e desencontros magicamente aconteciam. Relevei.

Hoje o país sabe do caso do Bolão da Mega Sena fail, que premiou 40 pessoas porém a aposta não foi feita.

Possibilidades:

1. Falha no sistema da Caixa Economica Federal.

2. Falha humana da operadora de caixa.

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diário das cavernas – o desenrolar

Da série: usando a energia elétrica do escritório…

Maíra das cavernas diz:

to respirando fundo ami, acho que a vida me pregou uma peça para me manter ocupada e nao me decepcionar o resto

(?)

aloka inventando teorias para amenizar

AIUEHIUHIAUHAEIUHEAIUEAIUAHE

jéssica busatto diz:

UAIEUGIEUGIAEUG

:~~

me da pena de ti mew

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diário das cavernas – surto poético semi-sexual

Ainda na série: escrevi à caneta bic no escuro…

” Enquanto o céu escurecia, ela o esperava languida. Cada brisa que acariciava sua pele era um convite aos dedos bambos deslizarem por seu corpo.

Por ora tocava as unhas e agarrava a carne; de leve causara arrepios. Quando as primeiras gotas começaram a cair do alto recendendo o cheiro da terra recém molhada, fechava os olhos para intensificar os sentidos. 

Tocava seus lábios como os raios que rasgavam o céu; as luzes clareavam seu rosto porém não inibiam a timidez de suas pernas. Das cores alternavam os cinzas; dos gostos, a acidez de suas partes.

Imóvel, mantinha-se a espreita. Até que a tormenta a tomasse.”

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diário das cavernas

Estar em casa sozinha, quando se mora sozinha,  sem energia elétrica tem suas vantagens (?) Estou completamente desequilibrada emocionalmente, na TPM e com muito, mas muito, talvez TODO o ódio que eu sou capaz de sentir, estou sentindo durante todos os instantes do dia.

Ontem eu assisti a um massacre debaixo da sacada. Um grupo de funkeiros foram atacados por pseudo-skinheads; as 4 da manha, eu ouvi correntes batendo e pessoas gritando, em 5 minutos mais de 6 viaturas da polícia e mais 10 minutos o SAMU estava atendendo aqui na frente um rapaz ensanguentado. Me escondi porque não gosto de ser testemunha de crimes banais. Já basta minha vida; mesmo assim foi uma cena muito triste.

Ontem mesmo, antes de testemunhar a vida alheia, escrevi no meu caderno, sem ver as letras, por culpa da escuridão:

” Fingia que os aviões eram estrelas cadentes,. O transito se fantasiava de melodia enquanto os gritos dos jovens bêbados sopravam com a brisa morna daquele verão. Tudo era breu.

Inventara visões e as aninhava na pele, no peito nu, fingindo mais uma vez, serem suas.

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Auto-controle é o quê?

Para esclarecimento da situação à todos que são obrigados a me ouvir/ler; minhas ultimas palavras:

- Não aguento mais reclamar. Meus colegas de trabalho não aguentam, meus amigos aqui ou no msn, meus seguidores do twitter nem se fala; ninguém aguenta. Estou surtando, tendo ataques de ódio extremo.

Eu ainda estou sem energia elétrica no apartamento e pior do que isso é ficar sem explicação do motivo da falta de serviço. A equipe responsável da AESSUL em Novo Hamburgo simplesmente NÃO TRABALHA! Isso é um fato! É a primeira ligação de energia elétrica que peço em meu nome, ou seja, não tenho dívidas ou pendências financeiras que impeçam a ligação. A moça que morava anteriormente no apartamento também não tinha. Na parte de baixo do prédio funciona uma galeria em que a equipe tem livre acesso para entrar, além disso anexei uma nota no pedido de ligação, avisando caso necessário interfonar. Nada, absolutamente NADA foi feito.

Descaso, falta de respeito, e total incompetência. Até as 18 horas de hoje deveria receber um parecer com pelo menos as explicações da falta de serviço. Liguei as 14 horas e recebi xingamentos, relembrando que a AESSUL entraria em contato comigo. Aa 17:58 hrs eu liguei para lá e eles já não estavam mais atendendo, e é claro, não me ligaram.

ALÔ BRASIL!!!!!!!!!!!!

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Dos erros ortográficos aos ortodoxos

Minha mãe disse que tenho escrito melhor e me atentado mais a concordância dos verbos. Pura mentira, ela disse para me agradar, porque é isso que as mães fazem!

Eu adoro exemplificar me expondo, dá para notar né?! Ao mesmo tempo que escrever sem a menor pretensão em acertar nas vírgulas e  acentuação, é abrir a porta para as críticas sobre o seu posicionamento perante a sua própria vida.

As pessoas, eu também, por mais que não pareça eu também sou uma, adoram opinar, rotular, segmentar e lalalala ( defina lalalala como preguiça mental de me repetir).

Eu me encontrei numa situação que meu ódio extremo foi despertado, aliás, eu ainda estou nessa situação. Sem energia elétrica há uma semana! Meus contatos no twitter e no msn não aguentam mais ouvir/ver eu falar nisso, além dos meus colegas de escritório que já atingiram o nível de solidariedade instantanea de tanto que eu reclamo, bato na mesa, atiro coisas no chão e repito: ai que ódio!

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tombo duplo da Agyness Deyn

E a gente fica aqui, cobrando elegância. Cair é tão humano; duas vezes seguidas é engraçado.

Moda Masculina London FW- Preview AW10

Para não dizer que eu não publico sobre moda masculina…

Via Fashion 156