Monthly Archives: maio 2010

Abridor de garrafa PacMan

Se até o google estava homenageando esses dias, achei digno! by Studio Psyco

Olha o que eu sonhei!

Tenho sonhos muito intensos, minhas noites ou cochilos sempre me mostram coisas adormecidas em mim, assim mesmo, com trocadilho.

Essa noite sonhei que eu tive um bebê e ele morreu. Eu estava num lugar lindo, com flores cor de rosa, e uma queda d’agua que me levava para uma piscina branca. Eu nadava e me divertia; minhas antigas amigas estavam junto comigo mas nao me davam muita atenção. Eu falava muito do meu bebê que morreu, mas estava feliz porque tinha sido uma experiência de parto, eu estava mesmo ansiosa para ter outro filho, planejado e esperado há tanto tempo e agora já saberia como fazê-lo nascer de forma indolor.

Não me lembrava muito bem das dores e das contrações, mas sabia que tinha sofrido para ter o bebê que morreu. Ele era muito pequenininho, tinha a cabeça vermelha e molhada, e eu só o vi de longe.

Parece meio trash esse sonho, mas eu achei lindo e quis contar, afinal poucos dos meus sonhos que não envolvem grifes, sapatos e artistas da tevê misturados com pessoas que conheço e comida.

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Croquis com magic color, em 1º mão!

Na saga da disciplina de desenho de moda, da gradução design de modaS e tecnologia, eis minha primeira prancha concluída. Nesse exercício, tínhamos que pintar com caneta hidrocor, mais conhecida como magic (?) color – que de magic não tem nada! É claro que o brilho mais contraste do print screen ajudam mto na identificação dos aliens.

Acompanhem essa jornada até o final do portifolio, quando a pobre menina from roça se transforma em super desenheira de modAs #NOT.

Sex on fire – kings of leon

Letra e song!

nota – A reinvenção

E quando menos esperamos lá vem a vida fazendo planos para nós. Coisa boa esse lance de estar vivo, correndo o risco de dar certo, dar errado, se divertir e se entediar. Tem gente que pensa que perco maior tempo da minha vida aqui, escrevendo. É um exercício diário, que me estimula a refletir cada escolha e cada degrau deixado para baixo ou os muitos que estão lá em cima, me esperando subir.

Quando a vó da gente diz que há males que vem para o bem, é porque elas já viveram o suficiente para poder afirmar tamanho despautério.

Apesar de eu reclamar muito, tenho sorte, se é que sorte é uma coisa que existe, pois tudo me acontece da forma mais indolor possível, principalmente se tratando das causas existenciais. Talvez não seja sorte, mas culpa minha que não paro um segundo de dançar o samba da vida, como uma passista na avenida, vou em frente. Se tenho que ficar quieta, longe e sozinha, seguro forte e fico, mas se a situação pede a cara para bater, lá vou eu toda montada e enfrento. Tenho orgulho de mim, e das pessoas que me cercam, tem muita gente boa que eu admiro e não tenho vergonha de dizer que admiro.

Meu período de trevas acabou, um dia novo, ensolarado e frio começou para mim, além da certeza de que nosso destino é um moinho, quero viver essa coisa boa de agora, assim como vivi a melancolia. Aprendi a sorrir e a gostar do que só eu secretamente gosto; coisas do céu, fantástico ou lunático, enfim.

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These boots are made for walkin’ – Nancy Sinatra #nowplaying #letra

Você vive dizendo que sente alguma coisa por mim
Alguma coisa que chama de amor, mas reconhece
Você vive bangunçando onde não devia
E agora outra pessoa está recebendo todo o seu melhor
Essas botas foram feitas para andar, e isso é o que elas farão
Um dia desses essas botas andarão por cima de você…

Você continua mentindo quando deveria ser verdadeiro
E você vive perdendo quando não deveria apostar
Você continua o mesmo quando deveria estar mudando
Agora o que é certo é certo, mas você não foi certo ainda
Essas botas foram feitas para andar, e isso é o que elas farão
Um dia desses essas botas andarão por cima de você…

Você continua brincando quando não deveria brincar
E você continua achando que nunca se queimará. Ha!
Eu acabei de achar uma caixa novinha de fósforos, yeah
E o que ele sabe, você ainda não teve tempo de aprender
Essas botas foram feitas para andar, e isso é o que elas farão
Um dia desses essas botas andarão por cima de você

Estão prontas, botas? Comece a andar!

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T-shirt e Op-art

Às vezes a obviedade funciona como meio de expressão, porém no design de superfície não existem regras. A Op art é um movimento artístico que tem como fundamento a ilusão de ótica, ou seja, movimentar o olhar através da peça analisada. “Menos expressão e mais visualização“. E por que não assim, na camiseta e ainda com a brincadeira do movimento das ondas que o barquinho estampado promove?

Design por Threadless doPhil Jones.

Palestra com Figurinista da Globo!

Nesse sábado vai rolar uma palestra na Feevale destinada aos acadêmicos de moda e comunidade em geral, que tenha interesse em conhecer um pouco mais do universo dos figurinos das novelas da globo. A palestrante é a Natália Duran, figurinista chefe da novela das 18 hrs.

O evento ocorre na parte da manhã, das 9 às 12 horas, e a entrada é gratuita, precisando apenas de inscrição prévia.

A Natália fará um breve panorama sobre o figurino em novelas, falando de sua experiência nas tramas globais e em filmes e programas de TV. O evento será o lançamento do curso sobre figurino que a figurinista fará no mês de agosto na Feevale, com duração de três dias, por meio da J&J Comunicação, com o apoio da Feevale, a palestra deste sábado ocorre no auditório do Prédio Azul da universidade – Campus II, sala 102. Ainda dá tempo de se inscrever, até a quarta-feira [AGORA] 26 de maio, por meio do site www.feevale.br/extensao.

Eu me inscrevi faz tempo, certamente estarei lá conferindo esse brindezinho!

Raspando o copinho com o dedo?

Pára né?! Quem é que nunca fez isso na vida? Colocou o dedo no fundo do copinho de iogurte (leite condensado….) para pegar o restinho? Mesmo que na infância, alguém já fez e sabe como é bom. Pensando nesses hábitos neanderthais eis Finger Food Spoons! Tudo bem, não é muito relevante né? Mas até que é simpático.

Parte Nona – Interlúdio

Estava no onibus por volta das onze da noite, passava por aquela mesma praça no meio da vila que sempre despertou curiosidade. Apesar de passar por ali há cinco anos, era sempre a mesma paisagem obscura e desconhecida.

Por ora observou seu reflexo no vidro da janela e deparou-se com inumeras mudanças. Não propriamente as roupas ou o cabelo, mas sua expressão havia mudado muito nos últimos anos. Tinha mais olheiras e uma ruga no meio da testa e duas marcando os cantos da boca, estava relaxada e notava.

Desde então havia conquistado várias coisas – coisas – que almejara previamente. Um par de botas de camurça azul, um apartamento com sacada, uma vidraça que permetia iluminar muito bem o apartamento que dividia consigo mesma, alémde  uma porção de revistas internacionais e um par de botas de camurça azul, amava tanto tudo aquilo, e duplamente o par de botas de camurça azul.

Apesar de pequeno, o lugar aconchegava muito bem suas coisas, móveis claros, porém nem sempre organizado. Um sofá que a abraçada carinhosamente, uma outra pilha de livros, objetos de estudo, e toda a facilidade de uma vida solitária. Não precisava negociar nada com ninguém, pois ela conversava com ela mesma, e se ela queria, descia até o bar ao lado e encontrava um monte de gente. Ela quase nunca ía.

Muita coisa – coisa – a preocupava, principalmente o trabalho e a falta dele, custo daquela nova expressão, com rugas e olheiras, o atual espelho. Intervendo todo o fluxo de pensamentos e foco do momento, deteve-se a retomar a questão que secretamente a perturbava.

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Design – primitivismo?

Não chega a ser uma questão de vintage, mas um movimento forte dentro do design que não saberia como nomear, mas certamente está no mercado e se fortalecendo cada vez mais – releituras.

O primitivismo tem sido uma linguagem nos produtos mais atuais. Talvez pela aceleração e dissimulação de tanta informação e consumo, aliado ao ecochatismo e sustentabilidade, muitas marcas e designers tem aposto nessa brincadeira, e cá para nós, é muito boa né? Seria o caminho oposto as tecnologias, valorizando “o lado simples da vida”.

- Para quê física? Acendam as velas….

No caso das velas com cara de lâmpada (e devem existir muitas lâmpadas com formato de vela né?) feitas pelos designers Helbert Ferreira, Remi Melander do System Design STUDIO ficou um amor né?

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Olhando para o passado – Londres

Seja Porto Alegre, Londre ou Bruxelas, os cenários cotidianos pouco alterados despertam curiosidade a algumas pessoas ligadas a história. Quem nunca passou por um lugar com arquitetura visivelmente antiga e imaginou as pessoas daquela época andando por ali, ou interagindo com o meio?

Pensando nisso, o projeto “Looking into the past” fez uma brincadeira com os londrinos. Confere só:

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Peanuts do dia!!

Determinação

” Sonho que se sonha só é só um sonho que se sonha só. Sonho que se sonha junto é realidade.” Prelúdio – Raul Seixas.

Não estou aqui tentando encorajar ninguém a dar um pulo para frente e acordar para vida, eu mal consigo fazer isso comigo mesma….!

Essa semana estava conversando com um amigo que me interregou diante de uma atitude minha e revelou um vício que me prejudica e gostaria de compartilhar pois muitas pessoas fazem o mesmo, porém não notam.

Ele me perguntou o motivo de eu mentir, destruindo minha imagem, e contruindo uma pessoa mimada e imatura, como se diante daquela situação tal eu tivesse enjoado ou brotasse alguma incerteza e aí então jogado tudo fora para arriscar outras coisas.

- Tu não é assim, é determinada e obstinada!!! Ele me disse.

A verdade é que eu me entreguei de alma mas fui rejeitada, por alguma falha, incompetência ou simplesmente por não ser desejada por aquela pessoa/lugar naquele momento. Senti vergonha e orgulho por ter sido tratada como um prato de comida que não se quer mais e jogada no lixo. Não quis admtir para a sociedade/amigos/familia aquelas condições.

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Faz de conta

Era claro

Espelho d’água

Perfeição que a pedra destruiu.

Uma onda

Mais uma onda

Outras ondas e já não tem fim

Agora é centro

Do movimento

A qualquer momento pode transbordar

Quando a pedra caiu na água

Quando o espelho

Foi ao chão

Quem estava ao teu lado?

Quem estava com a razão?

A pedra afundou

A onda inundou

Faz de conta que eu fui mais legal!

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