Monthly Archives: novembro 2010

Bonecas Russas, heim?

Ontem eu assisti ao filme “bonecas russas” e fiquei meio indecisa e desconfiada com a moral da história. Fato é que aparentemente a busca se tratava da mulher ideal, e eis a comparação com as bonecas russas, em que dentro de cada uma existe uma menor, a “verdadeira”, então, o homem da trama se perguntava sobre todas as mulheres que teve e se aquela, a atual de cada momento, seria a última, a menor de todas as bonecas, a mais “âmago”, a mais alma.

E eu fiquei pensando que esse processo de busca pelo ideal acontece com uma mesma mulher, com uma mesma pessoa, e pode ser sobre si mesmo, pelo menos para mim, o ideal é esse; descamar-me.

A foto não tem relação com o filme, é só um protesto silencioso.

obscuro pic

Via Lolita.se

Para você, que tudo dá certo

Scott Balmer

Como se fosse domingo…

…sem o feriado brasileiro; dentro da caverna.

mãos, do passado até agora

Cover

Você para mim é um vestido de botão

Nossos encontros eram os intervalos entre nossas buscas individuais juvenis, porém estes laços de partida e chegada começaram a se espaçar sem que percebessemos, ou demonstrássemos perceber. Passou tempo, anos.

Eu te disse que casei, e que estava feliz e essa era a única novidade, afinal, do resto da minha vida era repetição; ou continuação.

- Logo eu, veja bem você, me casei.

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Keyword do Válvula

“(…) ainda pensou: gosto tanto de você, baby. só que os escritores são seres muito cruéis, estão sempre matando a vida à procura de histórias. você me ama pelo que me mata. e se apunhalo é porque é para você, para você que escrevo — e não entende nada.”

Devaneiar

Escrever é materializar as ideias que rondam nossas cabeças; escrever pode ser dissimular os sentimentos, ou ordenar os fatos. Riscar e rabiscar também pode ser uma forma de ler o tempo e o espaço nos muros sujos das cidades quaisquer. Acordar com sono e tocar em frente.

Ah, como eu queria ter aquele pontencial para escrever estórias, contar as bobagens do dia e as pedras da rua, sem dormir no meio do caminho.

Publicar minhas novas fotos, pautar por cores, encerrar os trabalhos, abrir para um relacionamento fechado, e manter as contradições na ponta do lápis, do lado da borracha e não do grafite. Outra hora continuo…

coisas que acontecem enquanto começa o verão

We All Want to Be Young

De origem feicibuquiano, esse vídeo despertou em mim alguns elos…

Photoshop da vida real!

Lembram que publiquei sobre o computador da vida real? Pois é, esse vídeo é para os neuroticos por PSD. Gostei, mas não estou ganhando cachê para postar, mas gostaria ou poderia né!?

via Pícame

Significâncias do meu submundo infantil

Para mim as coisas nunca estão sozinhas, representadas por elas mesmas. Mais do que as próprias, estáticas ou não, imagens reais, virtuais, impressas ou imaginárias, tanto faz, elas possuem significâncias, sejam particulares ou coletivas, e é nisso que prendo meu olhar; nas ilusões que invento para enfeitar as obviedades da vida e do tempo; que considero conceitos equivalentes.

do meu mundo ainda bem vivo, o infantil:

o luto da separação

Nossa separação começou no mesmo dia que nos encontramos, mais ou menos assim, cada vez que estava mais perto, mais dentro, era assim o nosso prelúdio para o luto final.

Não escolhemos nos esbarrar, simplesmente aconteceu, assim como qualquer coisa casual. Por isso o final foi indolor, aliás, não houve um corte súbito, uma surpresa ou desilusão. Assim como a vida e a morte, conforme nascemos vamos andando em direção ao fim do que nos deu viver, como mágica, como lógica. Mesmo que cheios de expectativas e sonhos para encher as lacunas entre o início e o fim, disfarçamos nossos caminhos e seguimos.

Toda vez que nos reencontramos doses de ausência de saudosismo nos são arremessadas. O céu se põe, a chuva cai, todos fazem silêncio, e assim segue a procissão rumo ao enterro final.

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