Monthly Archives: fevereiro 2011

Black Swan, tá bom.

Assisti Black Swan ontem e agora faço parte das rodas de conversas do momento. O filme é lindo estéticamente e como tudo que é lindo e tem plumas, a gente gosta – tipo sapucaí. Errado!

Tirando as partes que ela mutila os dedos e mata pessoas com a imaginação, o resto não correspondeu minhas espectativas. Esperava qualquer coisa menos recursos humanos, e aquela coisa vença-seus-próprios-limites, oi?

Perfeccionismo é defeito que a galera diz em entrevista de emprego, e alow né, todo mundo já sacou que é balela.

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notas oculares

Tenho ouvido os cds do chico que ganhei de aniversário, lido o livro sobre o mito e ensaiado ler a filosofia do tédio. Sinto que essa ultima será um desempate para a rotina. Mesmo que eu tenha refletido sobre as sutilezas nas relações, e problematizado sobre os pesos que colocamos nas coisas da vida, mal consigo estruturar um parágrafo.

Mesmo que chova, dentro de mim há um balanço de rede, com brisa morna desse verão infernal, cheio de modismos insuportaveis, mas que como afirma minha vó, vai passar. Tudo na vida se perde, inclusive os modismos e os pesos leves.

Vou insistir nas anotações do meu bloquinho, me manter offline, e alimentar a gramática. Mesmo que esse post não diga nada, pois não houve elaboração alguma, enfim.

A gente acaba o parágrafo quando percebe que ele virou texto, as mágoas quando são esquecimento.

Looney Tunes, fui criada

Fui criada à base de Looney Tunes e confesso que preferia mais do que as princesas da Disney. Sinto saudade desses desenhos e vezenquando – quando tenho tempo – não hesito em fazer meu nescau com bolachinhas e assistir algum episódio, nem que seja no youtube. Sabem né? As catarses necessárias.

Confissões e mensagens subliminares; desenho animado anos 90 é tudo de bom! Nossos pequenos tesouros daquelas gorduchas crianças que um dia fomos.

Barbie sociopata

Na minha infância brinquei muito com a Barbie, e nunca tive criatividade para ousar nas ceninhas. Fiz o básico, cortava o cabelo das loiras e com uma morena eu raspei todo o cabelo, pintei o corpo e ela era minha Barbie-Globeleza. #TRUE

A única coisa que me envergonhava é que o Ken que eu tinha era paraguaio, ruivo e idêntico ao da minha irmã. Ele nem tinha cabelo, era só a cabeça pintada de laranja e totalmente diferente do padrão do Ken da época, o que fazia com que eu o escondesse das brincadeiras na casa das amigas – Freud deve explicar muitas coisas agora. #CRY

Porém a Barbie também surtou e virou cena para a fotografa Mariel Clayton, que as chama de “The Oakville Ladies Society Presents: ‘The Gentlewomens Sociopathic Syllabary

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Charlie, o Chaplim

“Life is a tragedy when seen in close-up, but a comedy in long-shot”

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Até o Fim –