Monthly Archives: abril 2011

Zebrismo – animal print

Caminhos cruzados e the red balloon

Estamos na vida para cruzar as fronteiras, percorrer as querências, ou passear pela praça. Cada um faz do seu trajeto, sua vida, o que melhor for pra si, todo mundo já sabe. Pode até usar aquele discurso altruísta, afinal por aqui tudo é permitido!

Se o teu ponto de partida, o nascimento, for exatamente onde ainda está, não se desespere. Há destinos que são assim mesmo. Se achas que para quem veio de longe, onde está ainda é pouco, se tranquilize, os dias não acabarão cedo e ainda há muita estrada por aí.

Mas é claro que tu tens razão, quem sou eu para ficar aqui falando tantas bobices soltas. Balões coloridos ao vento, ao tornado ou a brisa.

The Red Balloon é um filme francês de 1956, e ainda mexe com o imaginário infantil, além de falar sobre a leveza e a poética cotidiana.

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arquivo de fotos

Foto e produção Rafael Avancini, meu grande amigo que tanto sinto saudade desde que está morando em sampa. Essa é dos meus arquivos de 20o9/2010.

E essa outra também é dele – nossa. Em dezembro de 2009, antes da festa de formatura de um amigo nosso.

Eu curtia auto performance, sabem?

Considerações finais

no giro da sorte

Como num jogo de cartas, quando você sente – porque é permitido sentir ao apostar – que as cartas investidas não serão as sorteadas e que o lucro não provém delas, mas de algo além, um arrepio sobe.

Como se carregássemos a certeza de que as vantagens viriam na sorte e não na lógica do raciocínio articulado, em jogadas ensaiadas pela nossa inteligência.

Essa sorte, esse acaso ou destino, ou posso chamar de “nada” é tão assustador. Não temos controle do tempo, ficamos a mercé desses desatinos, na simples espera de um telefonema, um sinal, um convite, um meteoro ou um milagre.

Talvez me falte inteligência para mexer as peças, escolher as cartas, jogar os dados… mas em algumas apostas, a lenda pessoal faz muita diferença no resultado. Eu apostei todas minhas fichas, sou desse tipo de gente que joga tudo na mesa de uma vez, que não fica esperando algo melhor aparecer, que não fica fingindo que está tudo bem quando não está, azar – digo, sorte!

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O que é tristeza para você?

Esse link veio por meio do meu namorado que já entende muito de mim. Não digo tudo, porque tudo de mim nem eu entendo. Posso dizer que não estou triste, posso até acreditar que não estou. Posso chamar tristeza de frustração ou dizer eufóricamente que está tudo bem. Posso, podemos, tantos fazem isso por aí e até acreditam que estão, ou não.

Artista: Hélio Leites
Dirigido, fotografado e editado por: André Saito & Cesar Nery
Trilha original: Fê Sztok e André Saito
Arte Gráfica: Pedro Hefs
Agradecimento: Carla D’aqui, Família Saito, Família Leites, Coletivo Soy Loco por Ti, Érico Massoli.
www.thomastristonho.com.br

organic home

redesenhando meus desenhos

Isso aí serve de exercício pra atingir a excelência – mentira, é só passa-tempo, aprendi com o namorado que é desenheiro.

ps: estrabismo é minha habilidade, tipo meu estilo – desculpa pra justificar falhas…

sobre amar melhor

Nos decepcionamos porque idealizamos e viver sem idealizar é passar em branco, na apatia. Por isso, me decepciono e não escondo isso de mim.

Entre momentos de euforia que pouco interessam ao público, venho falar da parte debaixo da roda, quando nossas ações perdem o sentido num relacionamento a dois.

Existe um padrão de comportamento que ainda é muito usado, namorar, noivar, casar, ter filhos, envelhecer junto, essas coisas. Nem todo mundo é adepto desses processos, e também nem sempre nessa ordem. Apesar de sermos prafrentex, abertos e pós modernos, muitos desses fatores acontecem conosco.

Um amigo me disse hoje que o sacrifício é subjetivo e o outro nunca sabe o tamanho, ou o peso, que há no esforço que fazemos para manter o amor. Digo manter pois, amar não está para quantidade, mas para qualidade. Amar melhor e não amar mais.

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design e música

Não é estranho pensar em design e música juntas, né?  Au revoir Simone é uma das bandas mais inspiradoras e que me identifico nesses ultimos tempos – desde 2009 quando conheci.

Não foi surpresa, pois além dos clipes bucólicos, o site da banda Au Revoir Sinome tem refêrencias gráficas dos sketchbooks de moda. Recortes, colagens, texturas, tudo que ilustra o que o som dos pianinhos das três meninas já explica bem. Um tom – cor e som.

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pra sempre até amanhã

Quem nunca se pegou vivenciando a síndrome do eterno? Não que essa seja uma síndrome diagnosticada por qualquer profissional, e também não inventei esse nome, mas também nem pesquisei a respeito. Não quero proporcionar informação, só quero ser lírica e delirante, afinal estamos na válvula de escape.

Quando estamos debaixo do mal tempo essa eternidade parece berrar em nossos ouvidos, como se a tempestade – e por que não aquele calorão de janeiro no meio do asfalto? – não terminasse nunca.

Quando amamos o sentimento é o mesmo, porém tem aquele fator importante: o medo. Quando estamos feliz, ficamos tão felizes que temos medo que tudo acabe de repente e isso vale para amor carnal, profissional, realização pessoal. Tudo!

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no jardim

Se eu tivesse um jardim ao invés de uma kitnet eu o tornaria assim.

Distances

Por The Last Magazine