Monthly Archives: junho 2011

invernos

Definitivamente o inverno chegou no Brasil e aqui no sul as temperaturas são glaciais!

Caprichar nos looks já tradição nessas épocas, e também deixar a fantasia e a necessidade das sobreposições se exaltar.

 

Foto: Eu no quintal de casa em Cruz Alta em1990.

folga para trabalhar

Find para arremates nos trabalhos finais da faculdade. Saudade da buacthy!

Hypercultura – Macro-tendência – WGSN

Para quem não entende muito bem sobre o funcionamento dessas tais macro-tendências que a galera das modas tanto falam, vou relembrar rapidinho as aulas de pesquisa de moda, marketing e gestão.

De maneira bem superficial e esclarecedora, imaginem um funil, em que na parte mais larga e alta estão as macro-tendências, no meio os comportamentos de consumo e no estreito as modinhas. Fora do funil estão as forças motrizes que geram todas essas tendências.

As forças motrizes são imprevisíveis, geralmente ilustradas por crises econômicas, políticas e sociais num nível global.

O comportamento de consumo, que está no meio do funil, é diretamente influenciado pelas macro-tendências, que consequentemente criam as modinhas, as trends de cada temporada que volte e meia ninguém mais lembra, mas na hora todas-quer.

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Essência é a palavra da tendência

Palavras da moda, reflexões superficiais, conclusões profundas e absolutas. A gente vê por aqui. E do outro lado da vida o que será? Ghost conta para gente!!??!?!?

Falecimento dos grandes pensamentos

“Fiz isso com grandes expectativas e convencido de que, na escola de música, me tornaria um bom aluno. Com dolorosa surpresa para mim, porém, não foi o que se deu. Custava-me esforço seguir os vários cursos, o ensino do piano, ao qual agora, devia submeter-me, constituía somente um suplício, e não tardou que eu visse nos estudos como que um monte intransponível posto na minha frente. Não estava, de certo, disposto a desistir, mas me sentia decepcionado e constrangido.Via, agora, que, apesar de toda modéstia, eu me havia, sim, considerado uma espécie de gênio, subestimando seriamente minhas fadigas e dificuldades do caminho da arte. Além dsso, tinha total perdido o gosto de compor, pois, agora, no menor dever via somente montanhas de dificuldades e de regras; passei a não ter nenhuma confiança na minha sensibilidade e já não sabia se havia em mim uma só centelha de força própria. Assim, conformei-me; sentia-me deprimido e triste, fazia meu trabalho de modo não muito diferente do que o teria feito num escritório, ou noutra escola, diligente e sem prazer. Queixar-me, não podia e, menos ainda, nas cartas que escrevia para casa; ao contrário, prossegui, em silecioso desengano, o caminho iniciado, propondo-me, ao menos, tornar-me um bom violinista. Não parava de exercitar-me, engolia grosserias e ironias do professor, via outros alunos, que não julgara capazes disso, fazer rápidos progressos e colher louvores e coloquei minhas miras cada vez mais baixo. Porque também com o violino não estavam as coisas num pé qual pudesse me orgulhar e me permitisse pensar em chegar, algum dia, a ser um virtuose. Tudo indicava que, com grande aplicação, poderia, quando muito,  tornar-me profissional aproveitável, que, sem louvor e sem opróbrio, toca seu modesto violino numa pequena orquestra, recebendo em troca, o seu pão.

Assim, esse tempo pelo qual eu tanto ansiara e do qual tanto me prometera, foi o único da minha existência em que, abandonado pelo espírito da música, percorri caminhos sombrios e arrastei dias de uma vida sem sonoridade e sem ritmo. Justamente onde havia procurado prazer, enlevo, brilho e beleza, só encontrei exigências, regras, deveres, dificuldades, perigos. Se uma ideia musical me ocorria, ou era banal ou cem vezes já usada ou contrariava todas as regras da arte e não podia, portanto, ter qualquer valor. Então, pus de parte todos os grandes pensamentos e esperanças. Eu não passava de um dentre os milhares, que, com juvenil desfaçatez, chegam até a arte e cuja força falece, quando são postos seriamente a prova”.

Gertrud – Herman Hesse. Cap 2 Livro escrito em 1910.

Moral da história?

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Simples, assim.

vida de rebanho.

Procrastinação, entenda:

 

ps: estou com algumas folhas em branco aqui e o prazo encurtando, encurtando…

auto ajuda com plumas e paetês

coisinhas

Expressividade: é a isso que me refiro

Para pessoas que tem dificuldade de expressar os sentimentos e emoções, fica a dica.

 

 

via miss moss

peso da luz? Peso da água!

Quanto mais o tempo passa e eu vejo minhas fotos antigas, percebo como um pouco de juventude se esvai e rápido.

Na vida real em que se sustentam sonhos à pão, aluguel e condomínio, as coisas passam a ter um peso especial e por isso, tantas vezes, nos paralisamos diante de nossas vontades.

No meu humilde caso, minha birra com o mercado de moda brasileiro – mercado de consumo de todas as coisas, em que a sociedade inteira pertence, querendo ou não – me deixa enraivecida pelo abuso da ignorancia das pessoas que tem o poder de decisão dentro das grandes e pequenas fantásticas fábricas.

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fim de semana não trabalhamos.

Pantalona, boca de sino – Sai do armário!

Sobre arte, mais uma vez

Ah, se soubessemos que a verdadeira subjetividade ficou lá atrás e poucos mantém a obviedade longe das convenções, sentiríamos mais e assistiríamos menos.

E quem disse que o espetáculo projetado é a curiosidade particular do autor? Tem tantas coisas nas entrelinhas que eu já sou capaz de afirmar que na vida não existem intervalos. O interlúdio é agora o acúmulo de outras realidades.

O verdadeiro poeta está na rotina, dentro ou fora do circo, e essa questão já não tem valor mensal. Auto afirmação é habito medieval, quem existe se basta e sabe disso, sabem?

avisos importantes