Lantejoula, paetê, escama, entre suas diferenças técnicas brutais podemos chamar também de ~mais do mesmo~.









Fotos: de toda parte
Posted in fashion
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Do álbum SOU do Marcelo Camelo – aliás, tem várias que eu gostei; bem mimimís, doce de enjoar, mas doce.
Essa coisa de querer mudar o mundo é tão bonitinha e já está na moda, porém a utopia e o idealismo são vistos como ingenuidade ou falta de ocupação. Não discordo, afinal nossa inteligencia tem nos tornado cada vez mais sarcásticos e desacreditados de nossas próprias forças.
Será que essa inteligencia é mesmo inteligente?
Assisti esse vídeo do TED sobre como a arte pode melhorar a realidade e não foi estranho me emocionar, pois pessoas reais que simplesmente fazem alguma coisa desprovida de intenções financeiras ou interesseiras, já me comove.
Posted in me and my
O válvula de escape perdeu o sentido nos últimos anos porque eu mudei de vida e de mim, transmutei na primeira camada de pele. Natural no processo darwiano, a gente cai de maduro e apodrece no chão. – Deus me livre de morrer um dia! Mas assim como é para todo mundo, os reflexos do passado continuam a iluminar em dias de tempestade.
Não, não há nenhum fantasma. As vezes o acaso do tricô nos faz esbarrar virtual, pessoal ou fofocamente, em pessoas que há tanto tempo não temos notícia e aí a gente fica chocado com a realidade – porquê, heim!?
Como é estranho ver que eles também mudaram e nos seus processos evo ou desevo – lutivos perderam alguma coisa cativa de suas personalidades – entre a segunda e a terceira camada de pele. Gente que perdeu aquela particularidade orgânica, seu jeitinho para adotar alguma técnica de auto-ajuda dos livros de vitrine. Gente que trocou o lifestyle por padronagens, roupas da moda, sapatos da moda, bolsas da moda, tatuagens da moda, sorrisos da moda, amigos da moda e da onça.
Posted in lyric, me and my, soul
Tagged acorda menina, facebook, mudanças, pessoas, rotina, senta lá cláudia
Se eu não fizesse o que eu faço, queria fazer isso… impressões gráficas – ora essa!
E o portfólio do cara, fico sentindo as texturas nos dedos só de olhar a profundidade de cada curva no papel.
Criolo, um cara super falado por aí também conquistou meu coração. Conheço pouco o trabalho dele, autor do disco mais elogiado do ano, Nó na Orelha, que eu já posso dizer que curti. O cara é meio que um pensador além de músico – rapper brasileiro.
Em entrevista para a revista Trip ele declara:
“Foi colocado implicitamente que o conhecimento é para você ganhar dinheiro. Aí o aluno estuda, estuda e não ganha dinheiro. Aí vem a frustração”
O problema dos julgamentos morais são os conceitos pré estabelecidos pela cultura do lugar. O passado medieval é tão presente e todo mundo está com o saco tão cheio de pedras, prontos para atirar a qualquer alvo.
O twitter, por exemplo, é uma plataforma que veio para provar o que sempre esteve na cabeça das pessoas. Uma mídia super rápida que está a disposição da maioria da população rica, média rica, média pobre e pobre, a todo e qualquer momento.
Em dia de jogo de futebol, big brother, final de novela, quem está nos trend topics?
Tantas homenagens póstumas a Steve Jobs – o cara que realmente pode dizer “meu nome é trabalho” e participou ativamente da transformação digital nas últimas décadas.
Encontrei essa propaganda de 1984, da Apple. Eu disse 1984! Eu nem tinha nascido!
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A minha geração se acha a tal mas é a típica que se contenta com pouco ou quase nada. Eu sei que isso vai contra as pesquisas e o sonho brasileiro, mas que se f*.
Todo mundo xingou muito o Axl Rose no twitter no show do Guns no Rock in Rio. Não pelo atraso de mais de uma hora, mas pelo estado físico deplorável de um “ídolo”.
Eu tenho uns ídolos nas modas que sustentam meu querer-continuar-a-existir nesse meio. Martin Margiela, Gareth Pugh, Rick Owens, e os desconstrutivistas são os meus preferidos.
Aquele trapedo enrolado, amarrotado e repicado me faz suspirar pelo tamanho da ironia diante de uma indústria de moda poderosíssima que mexe no imaginário e no bolso de todos os mortais sobre esse chão.
Agora é a vez de amar Haider Ackermann e sua mais recente coleçãn.