Monthly Archives: outubro 2011

hair day – todas possibilidades


Desenho: não sei

 

 

a lantejoula apareceu de novo

Lantejoula, paetê, escama, entre suas diferenças técnicas brutais podemos chamar também de ~mais do mesmo~.

Fotos: de toda parte

 

 

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Para te acalmar –

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Do álbum SOU do Marcelo Camelo – aliás, tem várias que eu gostei; bem mimimís, doce de enjoar, mas doce.

A arte pode mesmo mudar o mundo?

Essa coisa de querer mudar o mundo é tão bonitinha e já está na moda, porém a utopia e o idealismo são vistos como ingenuidade ou falta de ocupação. Não discordo, afinal nossa inteligencia tem nos tornado cada vez mais sarcásticos e desacreditados de nossas próprias forças.

Será que essa inteligencia é mesmo inteligente?

Assisti esse vídeo do TED sobre como a arte pode melhorar a realidade e não foi estranho me emocionar, pois pessoas reais que simplesmente fazem alguma coisa desprovida de intenções financeiras ou interesseiras, já me comove.

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Um Escape

O válvula de escape perdeu o sentido nos últimos anos porque eu mudei de vida e de mim, transmutei na primeira camada de pele. Natural no processo darwiano, a gente cai de maduro e apodrece no chão. – Deus me livre de morrer um dia! Mas assim como é para todo mundo, os reflexos do passado continuam a iluminar em dias de tempestade.

Não, não há nenhum fantasma. As vezes o acaso do tricô nos faz esbarrar virtual, pessoal ou fofocamente, em pessoas que há tanto tempo não temos notícia e aí a gente fica chocado com a realidade – porquê, heim!?

Como é estranho ver que eles também mudaram e nos seus processos evo ou desevo – lutivos perderam alguma coisa cativa de suas personalidades – entre a segunda e a terceira camada de pele. Gente que perdeu aquela particularidade orgânica, seu jeitinho para adotar alguma técnica de auto-ajuda dos livros de vitrine. Gente que trocou o lifestyle por padronagens, roupas da moda, sapatos da moda, bolsas da moda, tatuagens da moda, sorrisos da moda, amigos da moda e da onça.

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tipografia: um amor

Se eu não fizesse o que eu faço, queria fazer isso… impressões gráficas – ora essa!

E o portfólio do cara, fico sentindo as texturas nos dedos só de olhar a profundidade de cada curva no papel.

marionete

Você até pode ser manipulado, mas tente não ser por algum imbecil qualquer.

Não sou triste ou melancólico, apenas enxergo o que está acontecendo ao meu redor

Criolo, um cara super falado por aí também conquistou meu coração. Conheço pouco o trabalho dele, autor do disco mais elogiado do ano, Nó na Orelha, que eu já posso dizer que curti. O cara é meio que um pensador além de músico – rapper brasileiro.

Em entrevista para a revista Trip ele declara:

“Foi colocado implicitamente que o conhecimento é para você ganhar dinheiro. Aí o aluno estuda, estuda e não ganha dinheiro. Aí vem a frustração”

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ponto

Respeito é bom e eu…qué dizê

O problema dos julgamentos morais são os conceitos pré estabelecidos pela cultura do lugar. O passado medieval é tão presente e todo mundo está com o saco tão cheio de pedras, prontos para atirar a qualquer alvo.

O twitter, por exemplo, é uma plataforma que veio para provar o que sempre esteve na cabeça das pessoas. Uma mídia super rápida que está a disposição da maioria da população rica, média rica, média pobre e pobre, a todo e qualquer momento.

Em dia de jogo de futebol, big brother, final de novela, quem está nos trend topics?

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Apple 1984 RIPJobs

Tantas homenagens póstumas a Steve Jobs –  o cara que realmente pode dizer “meu nome é trabalho” e participou ativamente da transformação digital nas últimas décadas.

Encontrei essa propaganda de 1984, da Apple. Eu disse 1984! Eu nem tinha nascido!

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Editorial nonsense

       

Fotos: Grey Magazine by Alessio Bolzoni

revisão

A nova versão de uma antiga história.

Guns n Roses no RIR 2011 e Axl Tendência

A minha geração se acha a tal mas é a típica que se contenta com pouco ou quase nada. Eu sei que isso vai contra as pesquisas e o sonho brasileiro, mas que se f*.

Todo mundo xingou muito o Axl Rose no twitter no show do Guns no Rock in Rio. Não pelo atraso de mais de uma hora, mas pelo estado físico deplorável de um “ídolo”.

 

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Haider Ackermann – ídolo

Eu tenho uns ídolos nas modas que sustentam meu querer-continuar-a-existir nesse meio. Martin Margiela, Gareth Pugh, Rick Owens, e os desconstrutivistas são os meus preferidos.

Aquele trapedo enrolado, amarrotado e repicado me faz suspirar pelo tamanho da ironia  diante de uma indústria de moda poderosíssima que mexe no imaginário e no bolso de todos os mortais sobre esse chão.

Agora é a vez de amar Haider Ackermann e sua mais recente coleçãn.

Mais do mesmo aqui.

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