Excetuando a estética, ambas atuam a fim da mesma cena, seja na graça da ponta dos pés ou bamba de uma perna.
Retorna a casa e senta no mesmo lugar. Tudo escurecido e uma montanha de informações sobre o mundo e teorias da vida. O vestir, o que comer, o fim do mundo e o que pensar? Deixa para lá, o que ela quer ainda não revela, nem para si ou para o sereno leve que vem fresco pela janela.
Entre músicas, poemas e telefonemas afetuosos, busca uma história não muito inventada; mais perto de uma legenda que transcende no alto das palavras banais: espírito, alma. Inclina-se a tortura das coisas reais. Assiste a uma programação intensa de ex amores e suas selvagens buscas casuais. Troca o canal e retorna ao degradê do acaso, silenciosamente falando besteiras, aguarda a surpresas do que já era de se esperar. Serena, finge que continua fingindo.
E na platéia…




