Limpeza musical


Hoje rolou uma faxina aqui em casa, aliás, ainda está acontecendo, e é dentro do meu adoravel amigo PC. Atingi a pasta vídeos, e as canções antiguêscas-do-ano-passado me rebatem a memória do quanto era feliz e não sabia. [papinho furado] Incrivel, mas Paramore é uma banda que meus ouvidos não digerem mais, diferente de Luxuria e Leela. Passei de James Blunt,Coldplay, Portishead, Dream Theater à Pitty. Gamei no meu sentimentalismo bagaceira.

A música caminha ao lado da poesia, é o que sinto, por isso está sempre presente na minha doce rotina ociosa. Não entendo nada de notas e timbres, quando eu começo a cantar, aí queridos, é porque meu canto é etílico! Mas voltando a faxina, muita coisa foi deletada, enquanto outras, apesar de insossas permanecem aqui, sob aquele discurso: “num dia deprê vou querer ouvir”.

Creio que na música não precisa entender muita coisa para admirar, se sente e isso é o bastante para amar. Assim como o amor deve ser, né? Sei que gostaria de ter desenvolvido a habilidade em tocar teclado, tentei até os 12 anos, mas acabei deixando de lado. Preguiça sempre me tomou, e na música o talento e disciplina também são bem casados. No meu caso nem talento eu tive.

E vocês, já estão se preparando para o reveillon, ao jogar as coisas velhas fora? Incrivel como o povo adora uma faxina pré ano novo, deve ter relação com o desapego, apesar do vintage estar super em alta – ainda.

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