Marias do bairro na vida real


Após uma deliciosa conversa no msn com a galera do forúm “Ideias com acento” percebemos nossa intimidade com as novelas mexicanas em nossas infancias.

É claro que além de traumas em comum e princesas da Disney, as marias (do bairro, mari mar, mari sol, maria mercedes) também se fizeram importantes, afinal, na vida adulta, nos deparamos com situações tão caricatas e quase ridículas que é inevitável a comparação.

De repente a vida real não passe de uma cena exagerada, com pitadas de tragédias, bipolaridade, música instrumental ao fundo e caras e bocas, tal qual esta:

Apesar do sucesso das marias, A Usurpadora ainda reina imaculada como a preferida! E é claro, que a vilã Paola Bracho é minha inspiração de estilo e discurso.

Eu sei que sou uma mulher dramática e tenho tesão por isso. Corto relações como quem mata um peru para jantar no natal, mas cada um com seus processos sentimentais, não é?

Corto o pescoço, arranco a pele e ainda extraio as víceras dos respectivos para me deliciar com o remorso do feito, talvez esta seja uma espécie de masoquismo emocional, talvez só uma maneira de levar a vida a diante.

Nessas situações me lembro de um ex que me dizia que eu sempre procurava “casos complicados” para viver, porque assim eu teria pauta para o blog. E não deixa de ser, afinal, toda frustração gera um post!

Historinhas da vida de gentes comuns como eu, ou será que estou exagerando na mexicanidade?

Videos linkados por @modamanifesto e @aline_botelho numa conversa cômica no twitter sobre desastres emocionais, ou melhor “Faxina emocional” como disse a Carol (ModaManifesto) que acabou em análise de figurino da poderosa Paola.

Não importa o tamanho do desastre, a gente se apega nas modas…

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