E toda história, boa ou ruim, requer quebras de ritmo, paradoxos, sentimentos confusos, acasos e desastres; ítens obrigatórios que antecedem um belo desfecho.
Esse conto apático não detém tamanho envolvimento com essas regras. A bailarina não conheceu a trapezistas. Tão pouco eram a mesma pessoa. Não dançaram a mesma música, onipresentes num canto. Atonitas, seguiram sozinhas, passo a passo, num compasso particular.
Sem maiores suposições, teorias ou fantasias, o que uma quis dizer para outra, e quis falar para todos nós, é que às vezes, a história simplesmente continua, sem ninguém saber muito bem o porquê. Rodopia segurando a sombrinha;
Trapezista da rotina, tolera cambaleando as causas naturais; com graça e leveza vezenquando; raramente pode né?