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tirinhãns do dia

Abaixo – aplicarei na vida real…!

Via 

Os críticos dos críticos – parece

Parece que chegamos num momento da vida comunitária em que temos todas nossas atividades expostas virtualmente.

Parece que existe uma necessidade de dar explicação. Uma necessidade desenfreada de provocar os delírios alheios e potencializa-los, sabem? Parece.

É como se não conseguissemos sobreviver em nossa própria alienação e necessitássemos ilimitadamente compartilha-la.

É claro que também somos testemunhas dos heróis virtuais, que criticam os que criticam. Aqui no Brasil, toda cultura de massa é ao mesmo tempo massacrada por uma outra quantia de gente, e eu entendo.

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Volta

Meia volta, volta inteira, toda, aos pedacinhos.

É janeiro e eu voltei para publicar um punhado de irrelevâncias que cometi nesses últimos tempos. Irrelevâncias coletivas e particularidades indispensáveis, sabe que é assim né?!

Volta, vou, tá?

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férias queridas

depois de longos anos de trabalho – executo funções sísificas há 6 anos – pela primeira vez na televisão terei férias.

Após tantas labutas, esse ano estarei em férias até dia 9 de janeiro, por isso, não estranhem a ausência de publicações por aqui. Acho que ficar meio Coreia-do-norte-lifestyle (offline) é o melhor que poderei fazer nesses próximos dias.

[estarei envolvida com armas de destruição em massa para 2012]

Esse ano foi muito louco, se eu fizer uma retrospectiva parece que um milênio inteiro aconteceu nesses trezentos e sessenta e poucos dias.

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um recado

Essa pequena

| Meu tempo é curto, o tempo dela sobra | Meu cabelo é cinza, o dela é cor de abóbora | Temo que não dure muito a nossa novela, mas | Eu sou tão feliz com ela |

Meu dia voa e ela não acorda | Vou até a esquina, ela quer ir para a Flórida | Acho que nem sei direito o que é que ela fala, mas | Não canso de contemplá-la|

Feito avarento, conto os meus minutos | Cada segundo que se esvai | Cuidando dela, que anda noutro mundo | Ela que esbanja suas horas ao vento, ai |

Às vezes ela pinta a boca e sai | Fique à vontade, eu digo, take your time | Sinto que ainda vou penar com essa pequena, mas | O blues já valeu a pena |

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o meu príncipe não é o pequeno

“Todos veêm o que tu aparentas, poucos sentem aquilo que tu és, e esses poucos não se atrevem a contrariar a opinião dos muitos (…).”

“… se refletir bem, será fácil perceber que certas qualidades que parecem virtudes levam à ruína, e outras, que parecem vícios, trazem como resultado o aumento da segurança e do bem-estar.”

“É melhor ser temido do que amado.”

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qualquer coisa assim sei lá

Só queria postar algo assim, sei lá, não me julguem.

 

 

ponto

Respeito é bom e eu…qué dizê

O problema dos julgamentos morais são os conceitos pré estabelecidos pela cultura do lugar. O passado medieval é tão presente e todo mundo está com o saco tão cheio de pedras, prontos para atirar a qualquer alvo.

O twitter, por exemplo, é uma plataforma que veio para provar o que sempre esteve na cabeça das pessoas. Uma mídia super rápida que está a disposição da maioria da população rica, média rica, média pobre e pobre, a todo e qualquer momento.

Em dia de jogo de futebol, big brother, final de novela, quem está nos trend topics?

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Apple 1984 RIPJobs

Tantas homenagens póstumas a Steve Jobs –  o cara que realmente pode dizer “meu nome é trabalho” e participou ativamente da transformação digital nas últimas décadas.

Encontrei essa propaganda de 1984, da Apple. Eu disse 1984! Eu nem tinha nascido!

 

 

Guns n Roses no RIR 2011 e Axl Tendência

A minha geração se acha a tal mas é a típica que se contenta com pouco ou quase nada. Eu sei que isso vai contra as pesquisas e o sonho brasileiro, mas que se f*.

Todo mundo xingou muito o Axl Rose no twitter no show do Guns no Rock in Rio. Não pelo atraso de mais de uma hora, mas pelo estado físico deplorável de um “ídolo”.

 

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Haider Ackermann – ídolo

Eu tenho uns ídolos nas modas que sustentam meu querer-continuar-a-existir nesse meio. Martin Margiela, Gareth Pugh, Rick Owens, e os desconstrutivistas são os meus preferidos.

Aquele trapedo enrolado, amarrotado e repicado me faz suspirar pelo tamanho da ironia  diante de uma indústria de moda poderosíssima que mexe no imaginário e no bolso de todos os mortais sobre esse chão.

Agora é a vez de amar Haider Ackermann e sua mais recente coleçãn.

Mais do mesmo aqui.

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desorganização

algumas coisas não precisam de ordem, elas já estão na sua ordem natural, mesmo que a gente não entenda, sabe?

Foto: Ursus Wehrli

truque do fim de semana

Para quem tem sonhos….