Vi o trailler hoje de tarde e chorei. Já tinha visto comentarios sobre o filme “Preciosa” e ontem, após assistir o Oscar me interessei mais ainda. Em tempos de super produções, um filme com histórias que transmitem realidade e emoção é coisa intensa; do tipo que eu gosto.
Hoje eu assistirei o documentário The September Issue, sobre uma das revistas mais importantes para o mundo da moda, Vogue. Relembrarei meus tempos de pré escola que eu sonhava ser editora da vogue; aí eu cresci e virei designer de moda, mas ainda tenho sonhos ok?
Anna Wintour, eu a admiro por tanta fibra diante desse mundinho que é cheio de jogos de interesse. Se aqui, no fim do mundo, já é minado de gentinhas escrotas, imaginem lá… no berço da revista que influencia VIDAS?
Confesso que estou um pouco atrasada, afinal o documentário é do ano passado e na moda, o tempo corre mais rápido que o normal.
Desmaterializando a obra de arte do fim do milênio
Faço um quadro com moléculas de hidrogênio
Fios de pentelho de um velho armênio
Cuspe de mosca, pão dormido, asa de barata torta
Meu conceito parece, à primeira vista, um barrococó figurativo neo-expressionista com pitadas de arte nouveau pós-surrealista calcado da revalorização da natureza morta.
Minha mãe certa vez disse-me um dia, vendo minha obra exposta na galeria,
“Meu filho, isso é mais estranho que o cu da jia E muito mais feio que um hipopótamo insone”
Pra entender um trabalho tão moderno é preciso ler o segundo caderno, calcular o produto bruto interno, multiplicar pelo valor das contas de água, luz e telefone, rodopiando na fúria do ciclone, reinvento o céu e o inferno.
Como moradora de Novo Hamburgo não me espanto ao saber de certas bizarrices da cidade. Quando vim morar aqui, muitas pessoas me falavam que uma energia cósmica paira sobre as ruas, e encontros e desencontros magicamente aconteciam. Relevei.
Hoje o país sabe do caso do Bolão da Mega Sena fail, que premiou 40 pessoas porém a aposta não foi feita.