Nessa manhã inspiradoríssima, ouvindo uma palestra sobre metafísica, alguns novos tópicos de assunto para valvula de escape nasceram.
Eu, por exemplo, to sempre contando a mesma historinha para mim mesma, e para vocês leitores. Aquela velha consciência sobre os fatos passados, amaciando-me de toda a realidade padrão, chamada de presente.
Aquele papo de reciclagem diária nem sempre está em prática, porque nos condicionamos as fantasias e por lá vivemos felizes para sempre – almejando aquilo que neste momento parece conveniente para aquele outro, e por aí nos jogamos dentro de um espiral transtornado de desejos, emoções e papo que psicologo a-do-ra!
Falando em psicologo, perceberam que principalmente as pessoas dessa geração de vintetrintaepoucos anos fazem terapia? Terapia alternativa, padrão, clássica, bolero, opa, ou tanto faz, todo mundo faz “análise”. Que saco isso! Vão se olhar no espelho e para de contar historinha!!! Me renego, apesar de mamãe achar que sou um pouco transtornadinha. Só impressão!
O argumento decorado sobre isso é: Fruto dessas milhões de opções que o mundo atual nos oferece, ficamos todos baratas tontas, sem saber o que querer, querendo tudo, fazendo nada; relativamente é claro. Minha questão começa quando olhamos para o quintal do vizinho.






